sexta-feira, 5 de agosto de 2011

14ª rodada do Brasileirão: Corinthians e São Paulo vencem na rodada; Palmeiras empata com Coritiba; Santos perde para o Vasco

Campeonato Brasileiro

Série A

Corinthians 2x1 América-MG

Corinthians leva sustos, vence o América-MG aos trancos e barrancos e segue na liderança

Pacaembu lotado, jogo fácil contra o lanterna e, para ajudar, um gol relâmpago de Jorge Henrique com apenas trinta segundos de bola rolando. O cartaz era perfeito e o filme começava bem para o Corinthians, que não vencia há dois jogos e já acendia o sinal vermelho. Porém, um gol esquisito do América-MG, após uma péssima saída de gol de Renan, fez com que o drama aparecesse mais uma vez no Pacaembu. Sem se desesperar dessa vez, o timão encontrou um gol no segundo tempo e venceu a partida por 2 a 1, chegando assim aos 31 pontos, um ponto a mais que o vice-líder Flamengo.
No domingo, o Corinthians volta a campo para encarar o Atlético-PR em Curitiba. Já o América-MG, que permanece na lanterna com oito pontos, encara o Fluminense na Arena do Jacaré, em Sete Lagoas.


Ralf tenta a jogada: vitória suada em SP


Ainda sem os titulares Liedson e Julio Cesar, machucados, o Corinthians entrou em campo nesta quarta-feira para encarar o América-MG, franco atirador na partida. De um lado, era o líder da competição vindo de duas derrotas; do outro, era o lanterna que venceu apenas uma das treze partidas que fez, logo na primeira rodada da competição.
Com isso, todos imaginavam que poderia ter ali um massacre. E com a bola rolando, deu para perceber, com apenas trinta segundos de jogo, que tudo o que o interino Milagres disse aos americanos no vestiário foi por água abaixo: bela troca de passes do Corinthians, até a bola passar por Emerson e chegar em Willian, que chutou mascado. Caprichosamente, a bola encontrou Jorge Henrique, que se atirou no chão antes de completar para as redes, abrindo o placar. Gol mais rápido desta edição do Brasileirão.
O gol atraiu o América-MG mais ainda para o campo de defesa e nisso começou uma pressão corintiana. Era chute daqui, defesa do goleiro Neneca dali e nada de a bola entrar novamente. Até que em um lance estranho, um cabeceio de Kempes mais estranho ainda e uma saída ruim do goleiro Renan, ocasionaram no gol de empate do América, aos 14.
O Pacaembu não se calou. Pelo contrário, a nação corintiana se inflamou e começou a empurrar o time. Mas dai em diante o jogo ficou feio, com muitas pancadas, divididas ríspidas e um péssimo futebol.


Jorge Henrique abre o placar no Pacaembu

Jorge Henrique tenta de cabeça, mas a zaga afasta

Para o segundo tempo, Tite decidiu tirar Willian e colocar Alex. O jogo melhorou. O Corinthians foi para cima novamente, chegando em lances perigosos com Paulinho, perdendo o gol em uma cabeçada para fora, e Jorge Henrique, que até chutou certo, mas a bola foi tirada pelo zagueiro Willian Rocha.
Não demorou muito e os contra-ataques do América-MG começaram a se tornar perigosos. Aos 16, Léo recebeu livre de marcação, mas chutou alto demais e perdeu uma grande oportunidade para os mineiros.
Quem perde uma grande chance contra o Corinthians, como Léo perdeu, corre o risco de nunca mais ter outra igual e ainda tomar o gol. Foi o que aconteceu. Aos 21, Alex cobrou uma falta de longa distância, a bola desviou na barreira e sobrou limpa para Paulinho, que dominou e fuzilou o goleiro Neneca, recolocando os paulistas em vantagem: 2 a 1.
A esperança do América-MG praticamente se foi um minuto depois, quando Gilson reclamou de um impedimento no gol corintiano e foi expulso de campo. No fim do jogo, Emerson ainda perdeu um gol incrível, mantendo o placar em 2 a 1.


Paulinho faz o segundo para o Corinthians

Neneca alega impedimento, mas o gol é validado

Ficha do jogo:

Corinthians: Renan; Welder (Edenílson), Chicão, Leandro Castan, Fábio Santos; Ralf, Paulinho, Danilo, Jorge Henrique; Willian (Alex) e Emerson (Elias).
Técnico: Tite

América-MG: Neneca; Marcos Rocha, Micão, Willian Rocha, Gilson; Dudu, Leandro Ferreira, Glauber (Fabrício), Rodriguinho (Otávio); Léo (Alessandro) e Kempes.
Técnico: Milagres

Gols: Jorge Henrique 22 segundos 1º (C), Kempes 14 1º (A), Paulinho 21 2º (C).

Cartões Amarelos: Danilo (C); Léo, Gilson, Willian Rocha, Micão, Glauber e Kempes (A).
Cartões Vermelhos: Gilson (A).

Árbitro: Antônio Carvalho Schneider (RJ).
Assistentes: Rodrigo F. Henrique Correa e Luiz Muniz de Oliveira (ambos do RJ).

Público: 27.894 pagantes
Estádio do Pacaembu, São Paulo/SP

Emerson Sheik esteve apagado no jogo


Coritiba 1x1 Palmeiras 


Palmeiras segura o Coxa, empata por 1 a 1 e apaga da memória o último jogo entre as duas equipes


O palco era o mesmo Couto Pereira, os adversários eram os mesmos Coritiba e Palmeiras, mas a competição era diferente. Três meses depois da goleada história do Coxa sobre o Verdão por 6 a 0 pelas quartas de final da Copa do Brasil, Coritiba e Palmeiras voltaram a se enfrentar pelo Brasileirão e o resultado foi um empate por 1 a 1. E por ironia do destino, a igualdade acabou não agradando ao Palmeiras, que mesmo tendo sofrido a goleada há pouco tempo acabou perdendo a quarta posição da tabela para o Vasco, chegando aos 26 pontos ganhos. Já o Coritiba caiu para 11º com 18 pontos.
No sábado, o Palmeiras recebe o Grêmio no Canindé, enquanto o Coxa vai até o Rio de Janeiro encarar o Flamengo.

Tcheco tenta passar por Valdívia: empate no PR


A torcida palmeirense ficou apreensiva no início do jogo. O Coritiba dominou os primeiros minutos, pressionando na saída de bola e se apoiando nas falhas defensivas do Palmeiras. Com a pressão dos mais de 17 mil presentes, o Coritiba logo encontrou o seu primeiro gol: aos oito, escanteio cobrado para a área e cabeçada de Emerson. Marcos fez um milagre e na sobra Jeci aproveitou, abrindo o placar no Alto da Glória. Coxa 1 a 0.
A lembrança dos 6 a 0 logo veio à tona no estádio, com gritos do tipo “O Coxa vai golear, caiu na rede é peixe”. Logo em seguida, Bill quase fez o segundo em um contra-ataque, mas a chance ficou nas mãos de Marcos.
O Palmeiras estava perdido. Para se ter uma idéia, foram três cartões amarelos em um minuto de jogo. E em um lance de pura sorte, a equipe do Palestra teve uma falta a seu favor na entrada da área. Na cobrança, o especialista Marcos Assunção cruzou à meia altura no primeiro pau, a bola viajou e Léo Gago, sem querer, desviou contra o próprio patrimônio: empate do Palmeiras.
O gol despertou os paulistas e a partida pegou fogo. Os dois times começaram a criar chances e desperdiçá-las, se atirando de uma forma incrível para o ataque.

Jéci é abraçado pelos companheiros: gol do Coxa

Gol do Coritiba é comemorado pelos paranaenses


O Palmeiras iniciou a etapa final de forma cautelosa, tentando evitar ao máximo o tipo de pressão feita pelo Coxa no primeiro tempo. A blitz não aconteceu. Valdívia segurava a bola no meio-campo e irritava os seus marcadores e a torcida.
Ousado, o técnico Marcelo Oliveira resolveu sacar o volante Léo Gago e colocou Anderson Aquino no ataque. O Coxa aumentou o seu volume de jogo, com três atacantes puxando o ritmo. Porém, a zaga palmeirense dava conta do recado. A não ser em um momento onde quase tudo foi por água abaixo, quando Thiago Heleno se viu obrigado a derrubar Bill quando ele já estava de frente para Marcos e recebeu o cartão vermelho, aos 31.
Felipão teve de colocar Henrique para fazer a reestréia e a equipe se saiu bem, segurando o Coritiba até o fim.

Marcos Assunção vibra com o gol de empate

Ficha do jogo:

Coritiba: Edson Bastos; Maranhão (Gil), Jeci, Emerson e Eltinho (Triguinho); Leandro Donizete, Léo Gago (Anderson Aquino), Rafinha e Tcheco; Marcos Aurélio e Bill.
Técnico: Marcelo Oliveira

Palmeiras: Marcos; Cicinho, Maurício Ramos, Thiago Heleno, Gerley; Márcio Araújo, Marcos Assunção, Valdivia (João Vitor) e Patrik (Henrique); Luan e Kleber.
Técnico: Luiz Felipe Scolari

Gols: Jéci 08 1º (C), Marcos Assunção 19 1º (P).

Cartões Amarelos: Léo Gago, Eltinho e Leandro Donizete (C); Valdívia, Kleber e Luan (P).
Cartões Vermelhos: Thiago Heleno

Árbitro: Célio Amorim (SC).
Assistentes: Kleber Lúcio Gil  e Claudemir Maffessoni (ambos de SC).

Público: 17.818 pagantes
Estádio Couto Pereira, Curitiba/PR


Bill perde gol incrível; Marcos salva

Valdívia sofre marcação pesada na partida


Vasco 2x0 Santos

Embalado, Vasco não dá chances ao Santos e vence por 2 a 0 no RJ

A pedido do Santos, a CBF remarcou vários jogos do Santos por causa das perdas de Neymar, Ganso e Elano para a seleção. Com a volta dos craques ao elenco santista, tudo voltaria ao normal e as vitórias retornariam, certo? Errado. Jogando em São Januário, o Santos levou um baile de Diego Souza, Felipe e Dedé, perdeu por 2 a 0 para o Vasco e segue sem marcar pontos com o trio em campo. Pior: mesmo com três jogos a menos, o Santos caiu para a 18ª colocação, a três pontos da lanterna do campeonato.  A derrota manteve o Santos com onze pontos. No final de semana, mais precisamente no domingo, a equipe recebe o Ceará na Vila Belmiro.
Pelos lados da Colina a coisa vai bem. Com a vitória por 2 a 0, o Vasco subiu para a quarta colocação com 27 pontos e faz o clássico contra o Botafogo no próximo domingo de olho no G-3 da competição.

Diego Souza tenta gol no primeiro minuto

A expectativa de um grande jogo era grande – basta olhar os dois últimos jogos do Santos. Um duelo da seleção brasileira entre Dedé e Neymar também animavam a torcida, que compareceu em grande número em São Januário. Os dois treinadores resolveram colocar em campo o que tinham de melhor, apesar da ausência de Juninho Pernambucano pelo Vasco.
E a partida começou como o esperado. O Vasco foi para cima, empurrados por pouco mais de 17 mil torcedores. Logo no primeiro minuto, Diego Souza enfileirou toda a zaga santista e chutou prensado. No rebote, Eder Luis desperdiçou uma chance incrível de abrir o placar.
No minuto seguinte, saiu o gol. Diego Souza dominou no peito na entrada da área e, antes que ela caísse no chão, soltou a bomba. A bola ainda resvalou no travessão e morreu no ângulo de Rafael: golaço do Vasco, o primeiro da partida.
O gol abalou o Santos, mesmo acostumado a sofrer gols no início da partida. O lado direito do ataque vascaíno parecia uma avenida, onde passavam livremente Eder Luis e Fagner. Enquanto isso, Neymar, Ganso e Elano sumiam.
Aos vinte, a supremacia do Vasco se transformou em gol: falta na intermediária e cruzamento de Felipe na cabeça de Dedé, que antecipou Rafael e anotou o segundo gol na partida. Vasco 2 a 0 e festa no caldeirão.
O Vasco mandava no jogo e estava perto do terceiro, mas foi prejudicado com um apagão que assolou o estádio durante quinze minutos.

Diego Souza comemora seu gol: Vasco 2 a 0


O Santos voltou melhor para o segundo tempo. Mesmo com Fernando Prass sendo um observador do jogo, Neymar resolveu aparecer e Ibson comandava o meio, porém Dedé comandava aquela área de defesa do Vasco, afastando todo e qualquer tipo de perigo de lá.
A primeira chance de perigo do Vasco foi aos dez minutos, quando Dedé ajeitou de cabeça e Alecsandro tentou uma bicicleta.
Com o placar adverso, o Santos esfriou a pressão e aceitou a derrota. Para o Vasco, o equilíbrio que se formou no jogo garantiu a segunda vitória consecutiva no campeonato.

Outro ângulo do gol de Dedé
Dedé vibra com companheiros


Ficha do jogo:

Vasco: Fernando Prass; Fagner, Dedé, Anderson Martins e Jumar; Rõmulo, Eduardo Costa (Diego Rosa), Felipe e Diego Souza; Eder Luis (Leandro) e Alecsandro.
Técnico: Ricardo Gomes

Santos: Rafael; Pará (Alan Kardec), Edu Dracena, Durval e Léo; Arouca, Elano, Ibson e Ganso; Neymar e Borges.
Técnico: Muricy Ramalho

Gols: Diego Souza 02 1º (V), Dedé 20 1º (V).

Cartões Amarelos: Rômulo, Felipe e Diego Rosa (V); Edu Dracena, Léo e Neymar (S).

Árbitro: Heber Roberto Lopes (FIFA-PR).
Assistentes: Bruno Bostilia e José Amilton Pantarolo (ambos do PR).

Público: 17.118 presentes
Estádio São Januário, Rio de Janeiro/RJ

Lance bonito: Alecsandro tenta a bicicleta, mas erra
Dedé e Neymar: deu Vasco


São Paulo 3x0 Bahia

Em noite fria, São Paulo joga bem, vence o Bahia por 3 a 0 e não descola do G-4

Os pouco mais de onze mil torcedores que pagaram para ver mais uma exibição do São Paulo em casa não se decepcionaram desta vez. Jogando para frente, mas sem perder o foco na defesa, o tricolor paulista aplicou 3 a 0 no Bahia, com boas atuações de Lucas e Dagoberto, expulsou a lembrança da última partida em casa, quando perdeu para o Vasco após dominar a partida, e permaneceu em terceiro, colado em Corinthians e Flamengo. De quebra, ainda ganhou revelou um zagueiro para a temporada: Rodrigo Caio, que deu um show na zaga, mesmo estando improvisado.
Com a boa vitória, o time do Morumbi chegou aos 28 pontos e permaneceu em terceiro, três pontos atrás do líder Corinthians. No domingo, a equipe viaja até Florianópolis para encarar o embalado Avaí, que vem de duas vitórias consecutivas.
Enquanto isso, lá na terra do Senhor do Bonfim as coisas não andam muito boas. Com mais uma derrota, o Bahia caiu para a 14ª posição e segue ameaçado pelo rebaixamento. Também no domingo, a equipe do técnico Renê Simões recebe o Atlético-GO em Pituaçu.


Ivan Piris esteve bem, mas foi expulso

Rogério Ceni cobra falta: pênalti


O jogo desta quinta-feira seria um teste de fogo para o técnico do São Paulo Adílson Batista, que anda contestado pela torcida. Contando apenas com Rhodolfo na zaga, o treinador teve que improvisar Rodrigo Caio, volante de apenas 17 anos, para a função que seria dos contundidos Xandão e Luiz Eduardo, além de Bruno Uvini, que está na seleção sub-20. Pois bem. O menino arrasou, jogo muito, demonstrou uma tranqüilidade e liderou a defesa do São Paulo na partida.
Já o Bahia apenas se defendia, jogando com cautela para não dar mole para um time perigoso como o São Paulo. Porém, encontraram Lucas, com um gol, e Dagoberto, com três gols e dois anulados, em um dia inspirados. Na primeira tentativa, Lucas acertou o ângulo de Marcelo Lomba, que espalmou para escanteio. No segundo lance de perigo, Dagoberto recebeu cruzamento de Piris e finalizou mal. Logo depois, Dagoberto soltou a bomba de fora, a bola passou perto mas foi para fora.
O cartão de visita tricolor estava apresentado. Aos 27, falta cobrada por Rogério Ceni na entrada da área. Titi, zagueiro do Bahia, levantou demais o braço e a bola o-atingiu. Pênalti. Na cobrança, o mesmo Rogério Ceni encheu o pé no ângulo e abriu o placar para o São Paulo: 1 a 0 e 102º gol em sua carreira. Pela FIFA, esse foi o 100º.
O gol fez com que o São Paulo recuasse um pouco, característica do time de Adílson. O Bahia chegou com perigo apenas uma vez em todo o primeiro tempo, quando Fahel cabeceou para fora o cruzamento de Lulinha. Porém, aos 44, veio o primeiro golpe fatal ao time baiano: roubada de bola no meio-campo e Dagoberto avançou e foi levando, do meio até a entrada da área, onde deu apenas um tapa e encobriu o goleiro Lomba. Golaço no Morumbi e vantagem de 2 a 0.


Rogério vibra: 102º gol na carreira

Dagoberto encobre Lomba: golaço

O time baiano voltou com Ricardinho no lugar de Diones, mas nada adiantou. Com um a mais para armar e tentar as jogadas de gol, o Bahia correu o risco que sabia que iria correr: o contra-ataque. Foi mortal.
Aos seis minutos, Lucas se aproveitou da bobeada de Titi, roubou a bola e avançou, como no gol feito por Dagoberto. Livre de marcação, o camisa 7 entrou na área e funalizou no canto direito de Marcelo Lomba, para marcar o terceiro gol do São Paulo: 3 a 0.
Jogo liquidado? Não. Pelo menos era o que dizia Adilson Batista, se recordando da partida contra o Coritiba há uma semana. E o alerta feito pelo técnico do São Paulo surtiu efeito maior ainda depois que Píris, após cometer falta e receber o segundo amarelo, foi expulso pelo árbitro Márcio Chagas da Silva.
Para segurar o meio, Adílson tirou o cansado Rivaldo para colocar em campo Ilsinho, voltando de contusão. Pelo lado do Bahia, Júnior entrou no lugar de Reinaldo, dando mais velocidade ao ataque baiano. Bom para eles, que começaram a pressionar mais e mais. Aos 24, Jobson quase descontou, após um bom chute de fora da área e defendido por Rogério Ceni.
No fim, o jogo ficou morno, o tempo passou e o São Paulo pode comemorar o três pontos e o fim do tabu contra o Bahia, que já duravam seis jogos.

Dagoberto abraça Juan: vitória fácil do SP

Ficha do jogo:

São Paulo: Rogério Ceni; Piris, Rhodolfo, Rodrigo Caio e Juan; Denilson, Wellington, Carlinhos Paraíba (Cícero) e Rivaldo (Ilsinho); Lucas e Dagoberto (Fernandinho).
Técnico: Adílson Batista

Bahia: Marcelo Lomba; Marcos, Paulo Miranda, Titi e Ávine (Gabriel); Fahel, Fabinho, Diones (Ricardinho) e Lulinha; Jobson e Reinaldo (Júnior).
Técnico: Renê Simões

Gols: Rogério Ceni pênalti 28 1º (S), Dagoberto 44 1º (S), Lucas 05 2º (S).

Cartões Amarelos: Ivan Píris (S); Paulo Miranda, Fahel, Lulinha e Marcos (B).
Cartões Vermelhos: Ivan Píris (S).

Árbitro: Márcio Chagas da Silva (RS).
Assistentes: Marcelo Bertanha Barison e José A. Chaves Franco Filho (ambos do RS).

Público: 11.602 pagantes
Estádio do Morumbi, São Paulo/SP

Lucas mostra o escudo do SP: ele fez o terceiro


Tabela de jogos

14ª rodada

03/08

19h30
Corinthians 2x1 América-MG

Ceará 0x3 Avaí
Estádio Presidente Vargas, Fortaleza/CE
G: William 19 1º (A), Rafael Coelho 36 2º (A), Cléverson 48 2º (A).


Jogadores do Avaí comemoram a vitória: 3 a 0 no Ceará 

Figueirense 2x0 Botafogo
Estádio Orlando Scarpelli, Florianópolis/SC
G: Édson Silva 18 1º (F), Julio César 40 1º (F).


Figueirense não deu chances ao Botafogo: 2 a 0

Grêmio 2x2 Atlético-MG
Estádio Olímpico, Porto Alegre/RS
G: Leandro 05 2º (G), André 06 2º (A), Fábio Rochemback pênalti 34 2º (G), Leonardo Silva 43 2º (A).


Tudo igual no Olímpico: Grêmio 2 a 2 Galo


21h50
Coritiba 1x1 Palmeiras
Vasco 2x0 Santos

Cruzeiro 0x1 Flamengo
Arena do Jacaré, Sete Lagoas/MG
G: Deivid 46 1º (F).


Montillo tenta, mas o Cruzeiro dele não passou pelo Fla


04/08

21h00
São Paulo 3x0 Bahia

Fluminense 2x0 Internacional
Estádio Engenhão, Rio de Janeiro/RJ
G: Souza 10 2º (F), Rafael Moura 39 2º (F).

Vitória do Fluminense sobre o Inter: 2 a 0

Atlético-GO 0x3 Atlético-PR
Estádio Serra Dourada, Goiânia/GO
G: Fabrício 43 1º (APR), Manoel 29 2º (APR), Kleberson 34 2º (APR).


No duelo dos Atléticos, deu o Paranaense


Próximos jogos

15ª rodada

06/08

18h30 – Palmeiras x Grêmio
18h30 – Flamengo x Coritiba
21h00 – Atlético-MG x Figueirense

07/08

16h00 – Santos x Ceará
16h00 – Internacional x Cruzeiro
16h00 – Atlético-PR x Corinthians
16h00 – América-MG x Fluminense
18h30 – Botafogo x Vasco
18h30 – Avaí x São Paulo
18h30 – Bahia x Atlético-GO

Classificação
  
S/D
Pos
Equipes
Pts
V
E
D
GP
GC
S










   0
  1º
Corinthians
31
10
  1
  2
23
  9
14
   0
  2º
Flamengo
30
  8
  6
  0
27
13
14
   0
  3º
São Paulo
28
  9
  1
  4
23
17
  6
 +1
  4º
Vasco
27
  8
  3
  3
22
16
  6
 - 1
  5º
Palmeiras
26
  7
  5
  2
21
10
11
   0
  6º
Botafogo
22
  6
  4
  4
16
14
  2
 +1
  7º
Fluminense
21
  7
  0
  6
15
12
  3
 - 1
  8º
Internacional
19
  5
  4
  5
20
17
  3
 +3
  9º
Figueirense
19
  5
  4
  5
13
15
- 2
 +1
10º
Coritiba
18
  5
  3
  6
25
20
  5
 - 2
11º
Cruzeiro
18
  5
  3
  6
15
14
  1
 - 2
12º
Ceará
18
  5
  3
  6
19
24
- 5
 +1
13º
Atlético-MG
15
  4
  3
  7
19
25
- 6
 - 1
14º
Bahia
15
  3
  6
  5
16
19
- 3
 +1
15º
Grêmio
14
  3
  5
  5
14
17
- 3
 - 1
16º
Atlético-GO
13
  3
  4
  7
12
17
- 5
 +1
17º
Avaí
13
  3
  4
  7
17
29
-12
 - 1
18º
Santos
11
  3
  2
  6
15
20
- 5
   0
19º
Atlético-PR
11
  3
  2
  9
12
21
- 9
   0
20º
América-MG
  8
  1
  5
  8
13
28
-15


Campeonato Brasileiro

Série B

15ª rodada

02/08

21h00 
Portuguesa 2x0 Criciúma



Guarani 1x0 São Caetano




Bragantino 3x0 Duque de Caxias




05/08
21h00 – Náutico x ASA
21h00 – Paraná x Grêmio Barueri
21h00 – Goiás x Vila Nova

06/08
16h00 – Americana x Ponte Preta
16h00 – Salgueiro x Vitória
16h00 – Boa x Sport
21h00 – ABC x Icasa


Copa Sul-Americana

1ª Fase – jogos de ida
Volta: 06/09

04/08
Yaracuayanos (Venezuela) 1x1 LDU (Equador)

03/08
Olímpia (Paraguai) 2x0 The Strongest (Bolívia)
San José (Bolívia) 0x0 Nacional (Paraguai)
Dep. Quito (Equador) 1x0 Anzoátegui (Venezuela)

02/08
Univ. César Vallejo (Peru) 1x1 Santa Fe (Colômbia)
Bella Vista (Uruguai) 1x1 Univ. Católica (Chile)

Próximos jogos

09/08
Representante do Chile x Fênix (Uruguai)

18/08
La Equidad (Colômbia) x Juan Aurich (Peru)


Thayan O. Motta

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